Capricho: Prontos para lançar o novo CD, Tom e Bill Kaulitz revelam seus maiores segredos em entrevista exclusiva!

Prontos para lançar o novo CD do Tokio Hotel, os gêmeos Tom e Bill Kaulitz revelam seus maiores segredos em entrevista exclusiva para a CAPRICHO. Descobrimos que Tom não consegue namorar a mesma garota por muito tempo e que Bill já ficou com um cara. E você achava que o som deles que fazia barulho...

Fato: os caras do Tokio Hotel são tipo os presidentes da Alemanha. Fundadores da banda aos 12 anos, os gêmeos Bill e Tom Kaulitz acabaram de compeltar 20. Como a dara era especial, os dois decidiram fazer uma festinha e FECHARAM UM PARQUE DE DIVERSÕES SÓ PRA ELES! Uau. A dupla passou um dia no Heide Park, um dos maiores da Alemanha, com amigos e familiares. Modesto, vai. Pelo menos para quem vendeu 5 milhões de CDs só na terra natal e se prepara para lançar o terceiro álbum de inéditas. Em entrevista para a CAPRICHO, os irmãos não enrolaram para responder nada. Falaram a verdade, somente a verdade. A gente até desconfiou que era verdade demais.

Vocês estão felizes com o novo CD?
Bill: Estou superfeliz, principalmente porque a gente passou um ano compondo, produzindo e gravando as músicas. Está perfeito.

Não era para o CD sair em maio?
Tom: Era o que a gravadora queria, mas a gente não tinha definido uma data.

Vocês não tiveram medo de ficar muito tempo fora da mídia?
Tom: Não porque tínhamos que trabalhar muito. Não ficamos curtindo.
Bill: Depois do último álbum, nós não tiramos férias. A gente tentou não aparecer muito, se afastar um pouco.

Por quê?
Bill: Eu já estava enjoado de ver a minha cara e de ouvir o meu nome. Eu pensava "Pessoal, gritem o nome de outro cara". Queria sossego, mas sempre acontecia alguma coisa.
Tipo os franceses que seguiram vocês. (a banda foi perseguida por garotas em abril e Tom foi acusado de agredir uma delas)
Bill: Exatamente. Não dá para controlar.
Tom: Havia a pressão da mídia, mesmo quando a gente não queria aparecer.

Teve gente que disse que o episódio era propaganda do TH.
Bill: Garanto que a gente não planejou nem encenou isso. A verdade é que é praticamente impossível ter privacidade.

Não dá pra ter vida particular?
Bill: Não. O único momento em que estamos sozinhos é no carro. É a última pontinha de liberdade que nos restou.
Tom: Eu gostaria que fosse possível ter na Alemanha vidros escuros no carro para ninguém nos ver.

Que triste, meninos...
Bill: É mesmo. No ano que passamos gravando, percebmos o que deixamos para trás. Mas, mesmo se a gente tivesse que escolher, faria tudo de novo. Não podemos ter tudo. Também recebemos muito em troca. Às vezes, estou cantando e penso: "E ainda me pagam pra fazer isso". Fico feliz.

O que vocês fazem quando não estão trabalhando?
Bill: Eu trabalho. Eu e o Tom achamos engraçado quando dizem que somos produzidos, manipulados. Temos nossa equipe, mas eu e o Tom fazemos tudo.
Tom: As dez pesoas da nossa equipe trabalham só com a nossa banda.
Bill: Nós dois criamos o Tokio Hotel e não delegamos a ninguém as decisões que dizem respeito à nossa banda.

De onde veio a ideia para compor o primeiro single, Automatic?
Bill: Estava dirigindo. Daí, percebi que tudo é automático. Acho isso bom. Só o amor não pode ser automático.

Vocês acham que as relações estão indo para esse caminho?
Tom: Sim, eu não me imagino com a mesma pessoa por muito tempo. Por exemplo, não me vejo morando junto com uma mulher.

Não mesmo?
Bill: Eu sim.
Tom: Eu, não. Acho que me acostumo rápido com a pessoa e fica chato. Mas acho romântico quem consegue.
Bill: Não pode virar rotina, mas eu acredito que dá pra viver junto.

Você é mais romântico?
Bill: Sim, se eu estiver apaixonado, pra mim tanto faz. Daí pego as minhas coisas e vou morar com a pessoa.
Tom: Deixa pra lá, Bill. Vamos passar a vida toda juntos. (risos)
Bill: Tudo bem, mas daí a gente tem que pôr uma porta de correr na nossa casa. Em um canto, vivo eu com a minha namorada e, no outro, você.

Vocês dividem uma casa?
Bill: Sim, a gente não consegue se separar. Cada um tem seu banheio e seu quarto, mas passamos o dia juntos.

Bill, você está apaixonado?
Bill: Não, mas gostaria muito de estar. E isso é provavelmente a última coisa que vai acontecer na minha vida...

Como assim?
Bill: Quando saio, as pessoas veem o Bill Kaulitz. Vejo as notas de dólares passando pela cabeça delas. E elas me oferecem algo, tipo, um estilista que quer que eu use a roupa dele. É nojento!
Tom: A gente não fez nenhuma amizade nos últimos quatro anos. Não dá apra confiar em ninguém logo de cara.
Bill: Onde é que vamos encontrar a mulher dos nossos sonhos? Quando vou poder passar meu celular na balada?

É que, Bill, muita menina acha que você prefere meninos.
Bill: Quem não me conhece fica com essa dúvida. Maquiagem, caras e bocas. Aí pensam "Com certeza, ele é gay!".

Te incomoda?
Bill: Não, não me incomoda. Sempre foi assim, a minha vida inteira. Na escola, não era diferente.
Tom: Raramente as garotas acham que o Bill é gay. Sempre choveu na horta dele. São os homens que acham que ele é gay.
Bill: E muitos caras se sentem humilhados quando eu consigo uma garota e eles não. Porque eu sou tão pouco masculino.

Os homens te xavecam?
Bill: É muito raro.

Eles teriam alguma chance com você?
Bill: Não, o meu negócio é mulher. Já tive um lance com um menino, quando mais novo, depois, nunca mais.

E você não teve vontade?
Bill: Até agora não senti nenhum interesse nessa direção. (risos)

Como seria a garota ideal para você?
Bill: Eu preciso saber e sentir que ela não vai me decepcionar ou me trair.
Tom: Você tem essa sensação de conhecer a garota há um tempão, apesar de tê-la encontrado só agora.

Vocês se imaginam casando?
Tom: Acho legal, mas não me imagino no meu casamento.
Bill: Se eu achar a minha cara metade, vou querer me casar.

Como foi completar 20 anos?
Bill: Nos sentimos mais velhos porque começamos a trabalhar com 15 anos.
Tom: Fazer 20 é bem legal, mas não vejo a hora de chegar aos 21. Nos EUA, temos um problema porque lá só se pode comprar bebida alcoólica com 21.

Com o que vocês gastam o dinheiro que ganham com a banda?
Bill: Quem quer ser rico tem que virar jogador de futebol. Já se especulou quanto a gente ganha. Dos 30 Euros que custa um ingresso, eu ganho uma parte bem pequena. E também temos nossas despesas. Por exemplo, a gente de gravar o clipe de Automatic na África do Sul com nosso próprio dinheiro.
Tom: E eu não compro tudo o que quero.
Bill: Nós ainda não compramos casa nem iate. Moramos de aluguel.

1 comentários:

Anônimo disse...

meu oq essa revista pensa que eh o BILL no eh gay se ele disse q no eh e obvio q acreditarei nele .tokio hotel 4ever♥