Como é um dia típico na estrada para vocês?
Bill: Acordamos às sete da manhã no onibus da tour e chegamos ao hotel, comemos um pequeno almoço, mudamos de roupa e tomamos banho e coisas assim. Depois vamos para o local do espectáculo e fazemos a passagem de som e as entrevistas (antes do concerto). Depois, voltamos para o hotel, juntamos as nossas dez malas, arrumamos tudo e voltamos para o onibus e partimos para a próxima cidade.
É difícil dormir no onibus da tour?
Georg: Sim, porque temos que sempre deixar o ar condicionado desligado por causa da voz do Bill (pode ficar rouco). Por isso fica muito calor lá dentro.
Alguém ressona?
Bill: Nem por isso – às vezes o Gustav!
Fazem alguma coisa antes do show, para dar sorte?
Bill: Nos juntamos nos bastidores – o Georg, o Gustav, o Tom e eu – meia hora antes do show.
Qual é a melhor forma de um fã chamar a atenção no meio da multidão?
Tom: Eu gosto de ver os grandes cartazes e os posters com frases legais.
Qual foi a coisa mais engraçada que alguma vez leram num cartaz?
Bill: Uma vez li um pedido de casamento. Também houve uma fã em Chicago que pediu ao Tom para assinar um cartaz e disse para ele escrever: ‘Para a menina dos meus sonhos’. Ela disse: ‘Você ainda não sabe, mas eu sou a menina dos teus sonhos’. Isso foi muito engraçado.
Qual foi o melhor show que vocês foram enquanto fãs?
Bill: Eu penso que o melhor show foi o meu primeiro – que foi da Nena, uma cantora alemã. Eu acho que esse foi o melhor.
Tom: Eu ouço muito hip hop alemão, por isso você não deve sequer conhecer o artista...
Gustav: O melhor a que fui foi o do Metallica em 2006. Eles tocaram todas as músicas antigas e ainda algumas mais recentes, por isso foi perfeito.
Tom: Para o Georg deve ter sido um do David Hasselhoff!
Georg: Quem sabe – ele está muito bom em alguns shows. Gosto mais da forma como dança do que ouvi-lo cantar.
São mesmo grandes fãs do David Hasselhoff?
Georg: Sim!
Tom: Não gostamos de David Hasselhoff, mas o Georg é um grande fã.
Já alguma vez tiveram a possibilidade de estar com ele?
Georg: Não, nunca.
Tom: Com sorte, no futuro!










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